Warning: include_once(/home/agenciaintermidia/www/site/include/license.php) [function.include-once]: failed to open stream: No such file or directory in /home/agenciaintermidia/www/site/include/common.php on line 33

Warning: include_once() [function.include]: Failed opening '/home/agenciaintermidia/www/site/include/license.php' for inclusion (include_path='.:/usr/local/lib/php') in /home/agenciaintermidia/www/site/include/common.php on line 33
Perguntas Frequentes - Criação de Sites - Por que não usar Flash? - Web Designer, Marketing Digital, Criação Personalizada INTERSITES
 
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Por que não usar Flash?
Editado e Respondido por Admin em 30-Oct-2009 10:15 (1350 Lidas)
1) Estrutura semântica pobre.

Um site em Flash tem como informação relevante apenas três coisas: O

endereço de domínio; o <title>; o nome de arquivo do SWF. Embora

webcrawlers já estejam indexando conteúdo em SWF, ao entrar, ele só

consegue selecionar dois tipos de informação: Texto e links. Então, o nome

da empresa, o segmento que atua, tem o mesmíssimo peso semântico que a

palavra "loading".





2) Arame, cobre, pilha, bufunfa, faz-me-rir, troco, esmola, din-din.

Você paga para licenciar o Flash. Gasta mais tempo de produção. Tem que

reter os sources por não sei quanto tempo, para viabilizar manutenção (se

perder o FLA, terá que reconstruí-lo). Se o site é um sucesso, muita gente

acessará, exaurindo o contrato de banda no host. O usuário tem que gastar

tempo acessando (em tempos que se cobra por byte transferido, pega mal).



Flash é caro. E o usuário irá acessar uma vez, achar bacana (ou não) e

nunca mais voltar (Se achou bacana, pode voltar uma ou duas vezes. Daí

nunca mais). Se achar motivo para voltar e/ou divulgar, cai no problema de

exaustão de banda do servidor





3) Inconsistência do player.

A versão 6 teve uns 40 releases. Alguns deles habilitam recursos que a

versão anterior não tinha. Nem sei em quanto anda a 7. Não importa muito,

já que o browser que monopoliza o mercado é bastante amigável. Mas se o

usuário ousa usar algum browser ou plataforma diferente do rebanho,

encrenca. Pega mal, quando esta ovelha negra é o nosso cliente.





4) Marketing de mais, utilidade de menos.

Me digam algum SWF que vocês acessaram mais do que duas vezes no último

mês... E que no mês anterior, você já haviam acessado outra vez, pelo

menos. SWF dá recursos estéticos interessantes, processa algumas

curiosidades, mas nada que fidelize a audiência. Um blog, por outro lado,

fideliza pra diabo, se o CONTEÚDO agrada.



SWF é princesa (quando não o bobo da corte), mas o conteúdo é rei.





5) Marketing de mais, utilidade de menos

Ué, Ira, bebeu? Sim, o NS2 (Schincariol + "tequila" + "limão" - entre aspas

por que duvido que seja tequila, duvido que seja limão. Mas sem sombra de

dúvida, era Schin). É uma droga. Mas não é por isso que repeti no item 5 o

item 4. Estou repetindo que a próxima onda (marketeira) é um certo RIA, que

sites com um certo Macrocenter está apontando como o futuro da internet.

Bom, RIA dá pra fazer sem SWF, coisa que eles esquecem de mencionar em seus

marketings e que tais.





RIA: O que diz a Wikipédia.



RIA é a abreviação de Rich Internet Applications ou Aplicações Ricas para Internet. É uma aplicação WEB que contêm características e funcionalidades de uma aplicação desktop tradicional. Tipicamente uma aplicação RIA transfere a necessidade de processamento do cliente (numa arquitetura cliente-servidor ) para o navegador mas, mantém o processamento mais pesado no servidor de aplicações .



O termo RIA foi usado pela primeira vez em 2001 pela Macromedia (hoje Adobe).



Características:



    * roda em um navegador (browser) e não requer a instalação de programas adicionais;

    * roda localmente em um ambiente seguro chamado Sandbox





6) Elefantes são cinzas, mas eu ainda tenho meu canivete.

Que tal você acessar uma home page e o documento fizer download de

pedacinhos do navegador para você acessar o conteúdo. Digamos, barra de

rolagens. Daí você volta mais tarde, e se o conteúdo se atualizou, você

terá que fazer o download novamente de partes do browser.



Faz sentido isso? Mas é exatamente isso que acontece com o Flash! Isso faz

tanto sentido quanto a frase acima, do elefante e meu canivete.





7) Flash não é interativo. Mas querem que você creia que é.

Você acessa um conteúdo em SWF e o mesmo conteúdo, em HTML. Em qual deles

você pode chavear o estilo? Redimensionar o viewport, e o conteúdo se

adaptar prevalecendo o acesso? Pode copiar o texto e colar em algum outro

lugar? Traduzir a home page? Se o site está fora do ar, localizar um

cacheamento do conteúdo? Zoom font? Trocar as propriedades dos elementos?

Desligar o scripting? Deligar a formatação? Abrir os links na mesma janela

ou em novas janelas (ou tabs), de acordo com seu gosto? Copiar os links

para colar em outros aplicativos? Bookmarkear deep links e/ou repassar

esses deep links e quem o recebê-los, não precisará recapitular a navegação

para chegar ao conteúdo específico?



Resposta: Só o HTML pode fazer isso. SWF poderia tentar imitá-lo, se o

desenvolvedor nos doasse alguns dias a mais de produção providenciando esse

tanto de funcionalidade no qual o HTML já tem nativamente.



Mas se você quer que o SWF imite o HTML... Pra quê, ô raios, usar SWF?





8) SWF faz o texto voar. Mas qual a utilidade disso?

Não nego que o SWF tem interessantes soluções para animações e interações,

como os aclamados infográficos. Mas você não precisa de um infográfico para

publicar um endereço de e-mail.



----



Onde e quando usar o Flash? Você pode usar a vontade. Mas não faz mais

sentido criar conteúdo full flash para publicar na web. Use aonde pode

tirar proveito de suas vantagens, não aonde suas desvantagens se evidenciam.



fonte: http://groups.google.com.br/group/arq ... r-que-no-usar-flash?pli=1


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